segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Eu sou o mensageiro.

Título: Eu sou o mensageiro
Autor: Markus Zusak
Ano: 2007.

Uma leitura muito agradável, confesso que no primeiro contato que tive com o livro eu desisti da leitura por mais de ano. Na época recentemente tinha lido 'A menina que roubava livros', esperava encontrar alguma semelhança com a menina ou com a forma sincera que a morte tinha de descrever as coisas. Não encontrei. O que encontrei foi um Ed. desbocado, um taxista sem ter onde cair morto em uma vida extremamente normal, um adolescente de 19 anos que orgulhosamente havia mentido a idade para poder ser taxista, uma pessoa sem nada a perder que arrisca a vida em um ato “heroico” num assalto a banco.

Fico feliz por ter dado uma segunda chance, uma chance de descobrir que essa pessoa extremamente normal pode ser tão especial. Ed. ganhou ao longo da história quatro grandes missões. Todas envolviam fazer a vida de outras pessoas melhor. O incrível foi ver que para fazer a vida das pessoas melhor não era preciso muita coisa, na maioria dos casos é claro.

Tirei deste livro uma meia dúzia de reflexões, breves, nada complexo ou profundo, mas o suficiente para dizer que é uma agradável leitura.

Passagem favorita:
As vezes as pessoas são bonitas. Não pela aparência física. Não pelo que dizem. Só pelo que são.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Vamos brincar






Vamos brincar de ser louco, só um pouco.
Vamos brincar de ser feliz, só pra não criar ruga no nariz.
Vamos falar de amar, sem pensar em casar.
Vamos amar, sem pensar em parar.

E se de repente a gente parar, nossa mente, transcenderá.
E se de repente tudo diferente ficar, nada estará como era antes, óbvio? Não.
Tudo estará como sempre esteve, afinal, nada nunca foi como era antes.


E se de repente o mundo mudar? A gente muda com ele, ou até mesmo dele.
Afinal, o mundo é individual, cada um tem o seu.
Afinal, ser feliz é incondicional, cada um sabe suas condições.

texto original de abril de 2011.


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